quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Percepções

  Anna aguardou ele sair, e se virou para olhar a casa. Era pequena e muito simples, mas parecia ter uma hospitalidade enorme. Ela caminhou até perto de um sofá perto da janela colocou os pés sobre e abraçou os joelhos.
 Não era justo Edward ouvir todos os seus pensamentos, era invasão de propriedade, mas assim que pensou, ela sentiu como se estivesse sozinha. Isso a alivio, mas por outro lado a assustou.
Ela fechou os olhos e repassou tudo o que o garoto lindo havia lhe falado. Mago, perigo, proteção. Ela conseguia aceitar bem por incrível que parecesse. Ela sempre lera romances de fantasia, mas não era possível que isso existisse na vida real. NÃO era racional.
Um estralo as suas costas a fez se sobressaltar. Ela se virou achando que era Edward, mas viu outra pessoa, um homem alto, vestindo um sobretudo preto seus olhos eram azuis, que era bem destacados pelos cabelos negros e suas roupas igualmente negras.
- Quem... – começou Anna mas o homem se aproximou rapidamente dela tampando sua boca com sorriso malicioso.
Anna sentiu o perigo naquele sorriso e sem perceber um nome viera a tona a seus pensamentos.
“ EDWARD!”
O homem a soltara berrando de dor, Anna abriu os olhos e viu Edward, torcendo os dois braços do homem para trás fazendo força, impedindo-o que fizesse qualquer movimento, seus olhos verdes faiscavam de raiva.
- Essa garota é humana Edward... O que pretende fazer com ela? – perguntou o homem com dificuldade olhando fixamente para Anna.
Ela prendeu a respiração e recuou até a parede ficando ali sem olhar para o homem.
- Não é da sua conta Josh. – falou Edward com sua voz grossa e poderosa.
Anna levantou seus olhos e viu Edward quebrando o pescoço do homem e em seguida o homem chamado Josh sumira da sua frente o que a fez recuar e berrar. Edward estava ajoelhado no chão, um pouco ofegante.
Anna avançou meio tonta e confusa. Desde que acordara seu dia não estava nem perto de ficar normal.
Edward levantou seu rosto a ela e voltou abaixar o rosto para o chão.
Anna deu alguns passos até ficar de frente e se ajoelhou notando um corte profundo no braço dele.
-oh meu Deus! Você está machucado! – disse ela pegando seu braço. – Preciso de uma caixa de primeiro socorros. –ela se levantou para procurar foi até um armário de madeira no canto oposto da sala encontrando ali o que procurava quando voltou Edward continuava na mesma posição sem falar nada.
-Levante-se eu preciso lavar isso.-Anna o puxou mas ele não se mexeu.
O corte estaria doendo tanto que ele não tinha forças para ficar de pé?
-Anna... Você não está com medo de mim?- perguntou ele olhando-a serio.
-Medo? – perguntou ela num sussurro.
-Eu matei uma pessoa na sua frente.
Ela então abriu a boca, lembrou-se da cena, mas por mais aterrorizante que tivesse sido, ela não conseguia temê-lo.
-Você estava me protegendo. –sussurrou ela.
Ele sorriu, mas não um sorriso verdadeiro, era como um sorriso forçado e diplomático.
-Fico aliviado.
Ela o fitou demoradamente em seus olhos verdes. Sentindo seu coração ficar mais rápido prendeu a respiração e voltou sua atenção para o machucado.
Dessa vez quando ela o puxou ele a obedeceu e deixou que ela cuidasse dele, ao final quando estava enrolando o machucado coma  faixa de gaze, ele colocou sua mão sobre a dela,fazendo-a olhar para ele.
Ele aproximou seu rosto perto do dela encostando sua outra mão livre no rosto da mesma.
-Edward? –sussurrou ela baixinho.
-Shhh...
Ela fechou seus olhos lentamente e sentiu o hálito de mente perto dos seus próprios lábios. Mas a demora foi estranha, Edward estava de pé olhando para a porta de cara feia.
Pela antiga experiência de Anna, ela logo se pós de pé atrás de Edward.
-Daniel, isso são modos de aparecer aqui? – perguntou Edward nervoso.
-Ora Edward, quem mandou estar com a guarda baixa? Sem sua guarda baixa, sua magia também baixa. –disse ele se aproximando e olhando para Anna.
-Muito prazer em conhecê-la, sou Daniel, amigo de Edward. – disse a rapaz estendendo a mão a Anna.
Edward revirou os olhos e se afastou para a cozinha buscar algo para comer.
-Muito prazer. –sussurrou ela segurando a mão de Daniel.
“Quem mandou estar com a guarda baixa? Sem sua guarda baixa, sua magia também baixa.”
Edward baixara sua guarda? Porque ele estava prestes a beijá-la? Era por isso? Ela olhou para ele que voltava da cozinha, e notou seu olhar sem jeito, já que ele podia ouvir seus pensamentos.
Ela sorriu.

Proteção

Proteção
(Ponto de vista de Edward)



Edward jamais havia visto uma garota tão encantadora como ela. Ele já a observava há muitos anos. E a cada vez se encantava mais e mais com a mesma. Ela crescera e se tornara uma mulher extraordinária. Ela tinha uma estatura média de um metro e setenta, seus cabelos eram longos e castanhos claros levemente ondulados, sua pele muito clara e muito delicada.
Ele sabia que seu amor por ela era proibido. Magos e humanos não podiam se interagir. Era uma das leis proibidas. E a vida dela corria perigo por causa do amor que ele sentia por ela.
- Edward, você está arriscando a vida dessa humana por um amor que não existe! Não pode existir? – ralhou seu melhor amigo, Daniel.
-Daniel, eu a amo.... –começou ele.
-Mas ela nem sabe da sua existência Edward! Será que você colocaria tudo a perder por causa de uma paixão?
Edward olhou serio.
-Sim.
Daniel nunca vira tanta convicção nos olhos de seu amigo, ele queria protestar, mas suspirou fundo e balançou a cabeça negativamente.
-Vá! Antes que o Conselho chegue até ela. –disse Daniel se sentando numa poltrona de veludo vermelho, apoiando sua mão em sua cabeça e indicando com a outra para que Edward saísse logo de lá.
Edward sorri ao seu amigo.
-Espero vê-lo logo. – sumindo ao se teletransportar.
Daniel levantou o rosto para onde seu amigo antes estava depois se levantou e caminhou para perto da janela do seu quarto.
- Cuide-se meu amigo. E espero que consiga salvá-la.

Edward apareceu na frente da casa de Anna exatamente quando ela a abriu, seus olhos encontraram os dela. Ela parecia assustada e confusa ao mesmo tempo. Mas ele não podia ser cordial como deveria ser, como seus costumes mandavam.
Anna levou sua mão para a maçaneta para fechá-la e evitar Edward que a encarava com os olhos verdes e profundos. Mas ele foi mais rápido e a deteve sem muitos esforços.
-Estou aqui para salvar sua vida Anna, se quiser viver. Terá que me escutar. – falou ele em um tom urgente e serio.
 Ele pode ler seus pensamentos, o que ela achava da sua beleza, isso o teria feito se não tivesse que salvar sua vida naquele momento. E esperou que ela dissesse sua mentira.
-Certo, eu preciso ir para o a escola, meus pais não vão gostar de vê-lo aqui, eu nem te conheço! – berrou ela com o tom ligeiramente e tentou contorná-lo.
Edward sentia a presença do Conselho perto, ele não podia esconder a presença de Anna durante muito tempo. Ele bloqueou o caminho dela.
-Mentirosa. Acha mesmo que pode me enganar Anna?
-Quem é você?! – berrou ela agora nervosa e preocupada. -Como sabe da minha vida, como sabe meu nome, onde moro?
 Ele abriu a boca para responder,mas  ouviu um estralo perto dali, ele a puxou para seus braços tampando sua boca impedindo que ela fizesse mais barulho.
“Eles sabem que ela mora aqui...” pensou ele para si próprio.
Ele sentiu Anna se mexendo em seus braços, mas ele era muito mais forte que ela. Quando o barulho se tornou mais alto, ela se aquietou.
-Fique quieta, e não se mexa.
Assim dizendo, Edward fechou seus olhos e murmurou algumas palavras desaparecendo dali e os levando para sua casa isolada de qualquer olhar curioso.
Quando chegaram, ele a soltou observando que ela devia se sentir exatamente como da primeira vez que ele fora teletransportado por alguém.
-Me desculpe, essa sensação diminui conforme você se acostuma com o teletransporte.
- Quem é você? – perguntou ela quando finalmente encontrou sua voz.
- Depende Anna. Posso ser muitas coisas. Posso ser seu amigo, seu pai, posso ser a pessoa que você mais ama, posso ser seu anjo da guarda, ou até mesmo seu maior pesadelo. - respondeu ele olhando-a em seus olhos.
Vendo que a mesma continuava confusa ele retornou a falar.
-Meu nome é Edward Klaus. Nasci a mais tempo que você pode imaginar. Posso transportá-la para onde desejar, desde que eu saiba onde fica. Posso te proteger de todos os perigos. Mas Anna, para que eu faça qualquer uma dessas coisas, preciso que confie em mim.
Edward a encarava querendo que ela acreditasse em tudo que ele dizia, ele precisava mantê-la segura.
 Ele notou a duvida em seus pensamentos, mas talvez não fosse tudo que ela pensasse, mas eles estavam ligados de uma forma, sendo assim ele podia ler seus pensamentos.
“Eu sou um mago, posso ler seus pensamentos que tenham relação comigo, e você confiou em mim quando a abracei. Por isso pude trazê-la sã e salva até aqui.”

Ele segurou um riso quando a  viu pular de susto com a intromissão dele em seus pensamentos.
- Certo. Dê-me algum tempo para pensar... Edward. – falou ela se afastando do mesmo e indo sentar-se em uma poltrona perto da janela.
-Fique à vontade Anna. – sussurrou ele indo para fora da pequena casa.
 Ele lhe lançou um olhar preocupado, mas saiu do lugar, ela não sairia sem que ele soubesse.
Ele levantou seus olhos para o céu e murmurou algumas palavras fazendo certos desenhos no chão de terra.
-Eles não a encontraram aqui. - disse ele ao terminar o desenho e o apagando logo em seguida.


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Dangerous

Perigo Desconhecido



Era um dia comum e ensolarado para Anna, que saiu da sua casa para o colégio, quando se deparou com um garoto alto, olhos verdes, seus cabelos pareciam úmido talvez acabado de sair do banho? Ele era alto, sua pele muito clara, seus lábios comprimidos pareciam estar com raiva.
Anna se afastou quando viu o garoto e sua tendência no momento foi fechar a porta. Mas quando colocou a mão sobre a maçaneta a mão forte e quente do garoto voou para cima da dela impedindo-a de fechar.
-Estou aqui para salvar sua vida Anna, se quiser viver. Terá que me escutar. – falou ele em um tom urgente e serio.
Ela tentou se afastar dele, ele apesar de ser gloriosamente belo e charmoso, seu tom e seu jeito de agir a assustava.
-Certo, eu preciso ir para o a escola, meus pais não vão gostar de vê-lo aqui, eu nem te conheço! – defendeu-se ela, a verdade era que estava cedo para as aulas, e os pais delam estavam fazendo plantão no hospital, sua mãe era enfermeira e seu pai era um medico cardiologista.
Anna começava a dar a volta em torno do jovem, pronta para correr, mas novamente sue plano não funcionou, a mão dele bateu com força no batendo da porta na altura da cintura de Anna.
-Mentirosa. Acha mesmo que pode me enganar Anna?
-Quem é você?! – berrou ela agora nervosa e preocupada. -Como sabe da minha vida, como sabe meu nome, onde moro?
Ele colocou a mão dela na boca da mesma impedindo-a de falar e a puxou para dentro da casa, entrando junto e puxando-a contra seu peito e fechando seus braços ao seu redor. Anna não captou os movimentos dele, era como se tudo tivesse sido rápido demais para um humano, desumano.  Ela queria se livrar dos braços dele,mas por algum motivo aqueles braços protetoramente ao seu lado a mantinham calma, e em silencio total, ela ouvia seu próprio coração batendo forte,e o coração dele, batendo compassado.
Ela abriu a boca para protestar, quando ouviu um estralo alto no andar de cima, do seu quarto.
O jovem olhou para o alto baixou seu rosto até de Anna e sussurrou.
-fique quieta, e não se mexa.
Ela apenas assentiu, e logo sentiu uma forte pancada no estomago, como se alguém tivesse socado o mesmo e a feito fechar os olhos.
-Me desculpe, essa sensação diminui conforme você se acostuma com o teletransporte.- respondeu ele soltando-a dos seus braços segurando firme seu braço para que não caísse.
Ela cambaleou por um momento e levantou os olhos para ele.
- Quem é você? – perguntou ela quando finalmente encontrou sua voz.
- Depende Anna. Posso ser muitas coisas. Posso ser seu amigo, seu pai, posso ser a pessoa que você mais ama, posso ser seu anjo da guarda, ou até mesmo seu maior pesadelo.
Anna recuou e bateu em uma parede gelada. Ela olhou para trás e viu que estava numa casa pequena e muito rústica. Sua atenção voltou-se novamente para ele, que continuou.
-Meu nome é Edward Klaus. Nasci a mais tempo que você pode imaginar. Posso transportá-la para onde desejar, desde que eu saiba onde fica. Posso te proteger de todos os perigos. Mas Anna, para que eu faça qualquer uma dessas coisas, preciso que confie em mim.
Ela o encarou por uma fração de segundos, e via naqueles olhos verdes a sinceridade das suas palavras.
Mas do que ele estava falando? O que ele era afinal de contas? Como ele a transportara se não confiava nele?
“Eu sou um mago, posso ler seus pensamentos que tenham relação comigo, e você confiou em mim quando a abracei. Por isso pude trazê-la sã e salva até aqui.”

Anna berrou e pulou para trás batendo a cabeça em alguma prateleira acima da sua cabeça.
- Certo. Dê-me algum tempo para pensar... Edward. – falou ela se afastando do mesmo e indo sentar-se em uma poltrona perto da janela.
-Fique à vontade Anna. – sussurrou ele indo para fora da pequena casa.

Rápida introdução

Ola! Muito prazer aqueles que não conheço. Estou aqui apenas para falar um pouco do que se trata ese blog.
Primeiramente, ja haviam me pedido para criar um, mas a preguiça era maior haha. Mas cá estou, e espero conseguir ser bem sucedido com o mesmo!
Aqui quero passar algumas das minhas histórias, contos, frases ou pensamentos meus, mas provavelmente terão mais histórias e pequenos contos.
Espero que gostem! E se puderem, por favor comentem hm? Muitissimo Obrigada desde já.