Boa Noite Pessoas!
Bom...Aparecendo aqui depois de MUITO tempo,mas enfim, eu vim aqui para ver o que posso contar a vocês... Não muito, apenas que estou cursando a faculdade de Letras na Universidade do Mackenzie! E amandoo a cada dia!
Enfim, eu queria postar sempre aqui,mas não é sempre que a criatividade surge não é? Mas espero poder postar uma historia minha aqui. Alguns amigosd ja leram e gostaram! *-* Fiquei emocionada!
Alguns quiseram me bater em alguns pedaços,mas eu fugi *cara de idiota* kkk
Mas então,era isso. apesar de não ter muito seguidores e não saber fazer esse blog ficar bonitinho,espero aumentar a quantidade de leitores a cada dia *-*
BEIJOOOOS a todos!
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sábado, 26 de março de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Para Sempre
Quatro anos haviam se passado desde morte de Anna.. Edward havia saído daquela pequena casa com Carolline e Daniel para o norte da Inglaterra.
Edward estava sentado sobre o gramado, olhando colina abaixo olhando tudo a sua volta, tudo aquilo que queria ver junto a Anna.
-Papai!!!! – chamou uma voz fina logo atrás dele.
-Oi minha princesa. – disse Edward virando e pegando Carolline em seus braços.
-Papai, tio Daniel jogou água em mim! – ela mostrava seus cabelos todo molhado incluindo suas roupas.
Edward olhou para a porta de trás da casa e Daniel ergueu as mãos em redenção.
-Ela que derrubou a bacia de água em cima dela! –e saiu andando de volta para casa.
Edward riu beijou a testa de Carolline e sussurrou algum feitiço que a fez ficar seca no mesmo instante.
Edward riu beijou a testa de Carolline e sussurrou algum feitiço que a fez ficar seca no mesmo instante.
-Eba! –cantou ela pulando no colo do pai.
-Edward? –chamou Daniel serio da porta.
O mesmo notou algo estranho e v irou para olhar, e se colocou de pé protegendo Carolline atrás dele.
_Acalme-se me filho, não vim machucá-lo. – Quando Edward viu mais dois membros das famílias herdeiras estavam ali. – Nenhum de nós está aqui para feri-lo,ou sua filha.
Carolline estava atrás segurando a perna de Edward com medo daqueles homens.
Carolline estava atrás segurando a perna de Edward com medo daqueles homens.
-O que querem aqui? – disse Edward ríspido.
Seu pai, Peter entregou-lhe uma carta que dizia o seguinte
Seu pai, Peter entregou-lhe uma carta que dizia o seguinte
Edward Bulgheri,
Nós os Oito Reis Herdeiros vós permite continuar com a guarda da criança mestiça, Carolline Bulgheri pois possui a linhagem real. Sendo assim uma maga.
Nós os Oito Reis,pedimos desculpas e nossos pêsames por toda dor que causamos ao senhor.”
Edward terminou de ler e fitou seu pai,e os outros dois membros.
-Não vamos ferir mais ninguém. Não suporto ver meu filho sofrendo...- começou o Peter mas foi interrompido por Edward.
-Você – Ele apontou para o pai – Nunca realmente se importou o que Acontecia com o filho, ou qualquer outra coisa sem que fosse esse patético circulo de Reis. Anna foi a única coisa que me fez perceber que valia a pena lutar, então veio a Carolline, que vou proteger com minha vida. – ao dizer isso uma poderosa ergueu-se ao redor da criança que tocou na proteção e ela tremeluziu mas continuava intacta.
Os outros dois Reis recuaram. Mas Peter continuou no lugar.
-Você evoluiu tanta na magia meu filho... – sussurrou o pai orgulhoso. – Eu disse que não irei fazer nada contra ninguém que você ame.
-Não confio em você – sussurrou Edward olhando-o com os olhos estreitos.
Peter suspirou e sussurrou um feitiço que fez Edward abaixar a proteção em torno de Carolline e assentindo ao pai.
-Tudo bem.- Edward se ajoelhou e pegou Carolline nos braços e afastando os cabelos do rosto da pequena disse suavemente.- Carolline, esse é seu avó, Peter.
Carolline segurava na camisa de seu pai e olhou para Peter e deu um sorrisinho com covinhas.
-Oi vovô. –disse ela com sua voz encantadora. Herdado de sua mãe.
Peter estendeu as mãos pegando Carolline nos braços e beijou sua face suavemente.
-Ola Carolline. – disse ele sem conseguir dizer mais nada.
Edward foi para mais perto de Daniel e cruzou os braços olhando os dois.
-Edward, o que te fez baixar a proteção? – sussurrou Daniel olhando para seu amigo pasmo.
-Meu pai sussurrou um feitiço de inversão, se algo acontecer com Carolline, ele que sofre as consequências.
Daniel assentiu entendendo.
Carolline acabou se entrosando bem com seu avô e com os outros dois magos que acabaram tão encantados com a criança quanto Peter que não tirou os braços ao redor da neta nem por um minuto. Ao final da tarde Carolline bocejou e resmungou por seu pai.
-Hora de dormir querida. – Edward a fez deitar a cabeça em seu ombro e a carregou para dentro da casa e a deitou na cama no quarto dela encostando a porta e reerguendo a proteção em torno do quarto todo.
Ele foi até a sala e encontrou apenas seu pai ali.
-Ela é encantadora, Edward.
-Obrigada. – Edward disse num tom nada além de formal.
Peter sorriu fracamente ao seu filho e pediu novamente desculpas mas antes de sair disse algo que fez Edward amenizar seu tom de antes.
-Edward, sei que nunca fui um pai presente, e entendo que você me odeie.. Mas saiba que tenho orgulho pelo homem que você se transformou. Pela neta maravilhosa que você me deu, e prometo protegê-la com minha vida, e a você também. Eu amo você meu filho.
-Eu também o amo meu pai. Até um dia.
Peter sorriu e pousou a mão sobre o ombro de Edward e desapareceu saindo pela porta da casa.
Edward caminhou lentamente para o quarto de Carolline ouvindo os pássaros se recolherem ao final do dia. O sol já se pondo atrás das colinas e a lua e as estrelas tomando conta do céu. Ele abriu a porta e ficou encostado no batente da porta olhando sua filha, que dormia tranquilamente. Ele sorriu e sentiu que o futuro de sua filha podia ser melhor do que o dele, que iria ser muito melhor que o dele fora.
~FIM~
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Adeus Doloroso
Adeus Doloroso
Edward a olhou temeroso. Ela estava pálida e estática, ela estava assustada, com toda certeza, qualquer um ficaria se soubesse que podia ser morta por causa de um amor.
-Anna, Eu nunca deixarei eles tocarem em você, eu prometo. Sussurrou ele com medo de tocá-la, ele a olhou com dor nos olhos ao vê-la daquela forma.
Ela levantou o olhar a ele e desatou jogando seus braços ao redor do pescoço de Edward, soluçando.
-Eu não tenho medo de morrer, só de perder você.
Ele arregalou os olhos e a envolveu protetoramente em seus braços beijando suavemente seus cabelos longos e castanhos. Ela soluçava baixo mas a tensão em seu corpo diminuirá.
-Eu te amo Anna. – disse Edward baixinho no ouvido dela.
Sorrindo ela levantou o rosto a ele.
Sorrindo ela levantou o rosto a ele.
-Eu te amo ainda mais, sempre.
Ele iniciou um beijo lento e suave, envolvendo-a em seus braços. Ela mordeu os labios dele e sorriu.
-Quarto? –Sussurrou ela baixinho e muito corada.
Ele estalou os dedos e já estava na cama,ele deitou por cima dela e começou um beijo lento por todo seu corpo...
***
Havia se passado alguns meses desde que Edward e Anna estavam juntos. Nada acontecerá naquele período, e Edward sempre mantinha contato com Daniel.
Daniel estava com eles, naquele dia, o tempo estava fechado, com nuvens carregadas e ameaçadores, Anna andava quieta aqueles tempos, Edward notara que ela mal comia, e muitas vezes vomitara e as vezes se isolava no quarto.
-Daniel... –chamou Edward ao ver Anna se afastar.
-Sim?-resmungou o amigo lendo um livro e olhando-o por cima do mesmo.
-Não acha que ela anda meio... Triste? – perguntou Edward sem desviar o olhar do quarto de Anna.
Daniel caiu na risada no mesmo momento, como se Edward acabasse de contar-lhe uma piada.
-Porque não vai você mesmo perguntar a ela? – disse ele depois de rir.
Edward ficara estupefato ao ver seu amigo rir tanto de algo tão serio. Ele levantou e foi para o quarto de Anna, batendo na porta de madeira.
-Entre. – chamou Anna.
Ele entrou e a olhou deitada na cama e já se sentando para recebê-lo.
-Anna, o que está acontecendo...
-Estou grávida. –disse ela rapidamente.
Edward parou de falar no mesmo segundo, e a fitou de olhos arregalados. Ela estava olhando para o chão vermelha e parecia envergonhada;
-você está...esperando um filho meu? – sussurrou Edward com a voz fraca e ainda olhando-a da mesma maneira.
-Sim....Eu não sabia até duas semanas atrás quando os sintomas se tornaram mais fortes... Eu não te falei porque achei que você ficaria bravo comigo, eu...
Edward a puxou carinhosamente para um beijo demorado,sussurrando entre o beijo.
-é meu filho, o que podia querer mais Anna? É nosso filho...
Ele soltou o rosto dela e a olhou com brilho nos olhos.
-Nosso filho. –murmurou ele novamente.
Ela abriu um largo sorriso e puxando a mão para a barriga dela, onde já ahvia um pequeno volume.
- Sim...-sussurrou ela.
-Eu, nem sei o que dizer..
Nesse instante Daniel entrou no quarto sorrindo
-Finalmente descobriu em Edward? Demorou demais! – reclamou ele rindo.
-Finalmente descobriu em Edward? Demorou demais! – reclamou ele rindo.
-Você sabia. –acusou Edward com sorriso bobo no rosto.
-Claro Anna está de dois meses, e mais quatro, e teremos um descente a linhagem nobre! – declamou Daniel batendo as palmas.
-Quatro meses?- perguntou Anna a Edward.
-Sim querida, membros da realeza, nascem com três meses a menos que outros humanos, eu não sei por quê.
-Ah... mas eles ficam bem? – disse ela preocupada e passando a mão na barriga.
-Com certeza Anna, fique tranqüila. – disse Daniel encostado na porta.
-Com certeza Anna, fique tranqüila. – disse Daniel encostado na porta.
***
Passara-se os tão esperados quatro meses, Daniel já tivera experiência em partos, apesar de não gostar muito, mas ele era o único que Edward podia contar.
Anna estava suando frio deitada na cama enquanto Daniel preparava tudo. Enquanto olhava atento, mandava Edward pegar algumas coisas necessárias.
Anna deu um berro quando sentiu outra contração, Edward ficara tenso ao seu lado e olhando Daniel fazendo o parto.
-vamos Anna, mais força...
-vamos Anna, mais força...
-Não tem como usar magia nisso? – e dando outro berro,ela forçou mais
Daniel riu e sacudiu a cabeça
-Infelizmente no seu caso não posso, está vindo Anna! Vamos lá! – Daniel abriu um largo sorriso ao ver.
-Infelizmente no seu caso não posso, está vindo Anna! Vamos lá! – Daniel abriu um largo sorriso ao ver.
Anna forçou uma ultima vez e apertou a mão de Edward ao seu lado. E finalmente veio. O choro alto da criança. Daniel cortou o cordão e envolveu a criança em uma toalha branca e limpa.
-É uma menina! –Disse Daniel sorrindo e suando um pouco. E passando para Edward e limpando Anna.
Edward pegou a sua filha em seus braços, e acriança imediatamente parou de chorar, ela estava coberta de sangue, mas mesmo assim, Edward pode reparar em todos os detalhes da mesma. Os poucos cabelos eram loiros claros, como os dele quando criança.
Daniel terminou e se levantou limpando o suor.
-Obrigada Daniel por ajudar. - sussurrou Anna fraca pelo esforço.
-Não foi nada, pelo contrario, foi um enorme prazer. Limpando e estilizando tudo com magia.
-Me deixe segurá-la amor.. –sussurrou Anna olhando para Edward ao seu lado.
-Aqui... – disse ele entregando a criança a mãe, que mexia as mãozinhas de olhos fechados.
-Aqui... – disse ele entregando a criança a mãe, que mexia as mãozinhas de olhos fechados.
-Oi Carolline, minha pequena guerreira. – sussurrou Anna limpando o rostinho dela.
Carolline riu e se mexeu nos braços da mãe, como se aprovasse o nome.
Anna baixo alça do vestido e deu de mamar para a filha.
-Ela é linda meu amor, obrigada por isso. – disse Edward sentando ao lado dela na cama, e beijando a testa de Anna e limpando o suor.
-NÃO! – berrou a voz de Daniel do lado de fora do quarto.
Edward se colocou de pé no mesmo instante e se colocou na frente de Anna e Carolline, a criança começara a chorar
A porta abriu de repente e um homem um pouco maior que Edward e muito forte olho para eles e abriu um sorriso que causara arrepio em Anna. O homem ficou Anna e a criança nos braços de Anna.
-Não pode ser... – disse o homem estático e avançou para Edward jogando-o com um feitiço contra a parede e prendendo-o no ar.
Edward não fora rápido o suficiente e sentiu a cabeça bater contra a parede.
-Se você ousar mexer nelas... Eu vou matá-lo. - ameaçou Edward de punhos fechados.
-Não é elas que vão morrer, e sim você. – ele levantou a mão e começou a murmurar um feitiço.
Daniel apareceu perto de Anna e sussurrou para ela vir com ele.
-Não posso...
Ele vai ficar bem, Anna ele é um que tem linhagem nobre, um cara desse ele derruba sem problemas. Vamos.
Edward conseguira se livrar do feitiço e caindo no chão.
-Daniel tire-as daqui! – berrou ele ofegante, e sem ar.
Novamente o homem investiu para cima dele rapidamente, ele se desviou como um bom mago.
-Vamos Anna. – Disse Daniel.
Anna olhou fixamente para Edward, ela não tinha poderes mágicos, mas não podia deixar Edward para trás, olhou para Carolline chorando e tocou a face dela,entregando para Daniel para se levantar rapidamente, foi quando viu um jorro de um lilás escuro ir na direção de Edward que olhou em pânico,ela não pensou duas vezes, esse jogou na frente de Edward, e de costas para o homem, o jorro acertou em cheio em seu corpo, ela ofegou,sentindo uma dor se espalhando pelo corpo.
-Não! –Berrou Edward quando viu, e lançou o mesmo feitiço no homem, porém o a luz brilhou ema enorme espiral e acertou o homem que em desespero berrou e foi consumido pela luz se transformando-o em nada.
Anna não sentia seu corpo, sua visão estava fraca, e parecia que havia corrido quilômetros e mais quilômetros sem parar,sem beber água, sem descanso.
-Não...- chorou Edward ajoelhando e segurando Anna em seus braços
-Edward..Carolline.. –sussurrou Anna estendendo os braços.
Daniel entregou à criança a mãe e ajoelhado ao lado dos dois, em silencio.
Anna olhou para Carolline e beijou com dificuldade a testa da garotinha.
-A mamãe sempre vai te amar e cuidar de você...
-Anna vamos, você vai agüentar... Você não devia ter entrado na frente...sua boba..- chorava Edward em desespero e mexendo nos cabelos de Anna sem conseguir sequer enxergar direito o rosto de sua amada.
-Edward... Eu não poderia ficar cuidar da Carolline sem você...Ela ficará segura com você... Eu estarei sempre zelando por vocês...
-Não...- foi a única coisa que Edward conseguiu falar e sacudiu a cabeça com força e em desespero. Abraçando Carolline e Anna com força e carinho.
-Me beija... – pediu ela,já ficando muito branca
Ele tocou seus lábios doces e a beijou com muito amor, carinho, terminando e olhando-a com lagrimas rolando pelo rosto.
-Essa era a única forma que eu poderia desejar morrer... Pelas pessoas que eu amo, pela minha família, eu te amo Edward... Prometa que não vai se culpar pelo o que aconteceu. –pediu Anna olhando-o intensamente em seus olhos.
-Mas eu não devia... Foi minha culpa. – chorou Edward segurando a mão dela com força, a pequena Carolline estava chorosa nos braços da mãe.
-Prometa. –pediu novamente Anna, já fechando os olhos. E reabrindo muito levemente.
Edward inspirou fundo e assentiu com a cabeça.
-Eu prometo.
Anna sorriu, um flash de sua vida passou por sua memória, todos os momentos sem Edward e todos com ele, e tinha certeza, ela estaria em paz, e o amaria por toda eternidade.
-Eu te amo Edward....-sussurrou ela.
-Eu a amo demais,minha Anna.- disse ele tocando os lábios dela apertando a mão dela.
Ela sorriu e fechou seus olhos, seu coração bateu uma ultima vez, e ela deu seu ultimo sopro com sorriso gentil de sempre nos lábios.
Edward sentiu quando não ouviu mais o coração dela bater, sentiu a mãe dela ficar pesada e solta entre seus dedos. Ele chorou em silencio apertando Anna em seus braços, Carolline chorou junto, sentindo a dor junto dele. Ele apertou junto e chorou durante muito tempo ajoelhado no chão com o corpo de sua única amada e sua filha nos braços....
sábado, 8 de janeiro de 2011
Revelação
Anna acordou tarde no dia seguinte, seu corpo parecia estar diferente, ela tocou seu corpo nu e macio, e sorrio ao lembrar da noite passada. Ela olhou a sua volta e não encontrou Edward em parte nenhuma do quarto, mas sentiu o cheiro de ovos sendo preparados na cozinha, ela passou um hobby em torno do seu corpo e saiu do quarto, indo ao banheiro e escovando os dentes e direto pra cozinha, encontrou com Edward de costas a ela preparando o café da manhã, ela sorrio e beijou a nuca do mesmo.
-Bom dia..
Ele sorriu e estremeceu com o beijo em sua nuca virando o rosto e beijando ternamente a testa de Anna.
-Bom dia..
Ele sorriu e estremeceu com o beijo em sua nuca virando o rosto e beijando ternamente a testa de Anna.
-Bom dia minha princesa. Como está se sentindo?
Ela sorrio a ele,e ficou admirando por um tempo todo o corpo de Edward, ela simplesmente perfeito, para ela.
Ela sorrio a ele,e ficou admirando por um tempo todo o corpo de Edward, ela simplesmente perfeito, para ela.
-Estou bem. E com você?
-Estou perfeitamente bem. –sorriu ele e voltou sua concentração aos ovos e tirando-os do forno foi para a mesa colocar na tigela. Anna comeu um pouco e tomou um suco, enquanto Edward a olhava comendo, então percebera uma coisa, ele nunca comia quando estava com ela, e sempre que ia dormir, ele estava acordado, e quando acordava já estava ativo.
-Estou perfeitamente bem. –sorriu ele e voltou sua concentração aos ovos e tirando-os do forno foi para a mesa colocar na tigela. Anna comeu um pouco e tomou um suco, enquanto Edward a olhava comendo, então percebera uma coisa, ele nunca comia quando estava com ela, e sempre que ia dormir, ele estava acordado, e quando acordava já estava ativo.
-Edward?...-começou ela, mas ela a interrompeu com um dedo em seus lábios.
- Eu preciso manter a casa protegida Anna... Por isso durmo pouco e quando você vai dormir eu vou comer e quando você acorda, eu já comi, entende? Minha situação não é nada... Fácil de entender... Um barulho na sala fez Edward sobressaltar e disparar para a sala.
- Eu preciso manter a casa protegida Anna... Por isso durmo pouco e quando você vai dormir eu vou comer e quando você acorda, eu já comi, entende? Minha situação não é nada... Fácil de entender... Um barulho na sala fez Edward sobressaltar e disparar para a sala.
Anna assustada o seguiu logo atrás. Ela viu uma bola azul pairando no ar do tamanho de uma bola de basquete, imagens passavam nela, mostrando algumas pessoas correndo,e berros.
“Príncipe Edward... Eles já sabem,e varrerão o mundo atrás de você para destruir o que você mais preza... Por favor... Esconda-se...”
Anna não compreendeu as palavras. Príncipe? O que ele mais prezava? Esconder-se?
A bola as poucos simplesmente desapareceu em um segundo, deixando tudo no mais mortal silencio.
-Anna. –começou Edward. – Acho melhor explicar tudo a você.
Anna o olhou confusa, mas assentiu. Ele fez sinal indicando para se sentar. Ela se sentou e ficou a observar Edward sentar-se na sua frente com a cabeça enterrada entre as mãos e começou a falar quase num sussurro, e ela teve que se esforçar para ouvir.
- Minha família é de uma linhagem antiga de magos. Ela descobriu tudo o que nós magos conhecemos, uma pessoa não vira um mago, bruxo. Ela nasce com sangue mágico.
Anna o ouvia sem entender, mas assentia com a cabeça.
-Mas o que tem de perigoso isso tudo?
- O Problema é que... – ele levantou os olhos para olhá-la diretamente. – Meus antepassados criaram regras ao nosso mundo, que nem mesmo eu que sou da mesma linhagem, posso quebrar. Mas estou infligindo uma delas. Meu pai era um dos Oito Reis. Eu sou o príncipe na linhagem dos Bulgheri, Anna. Meu amor por você. É totalmente proibido, por você não ser uma maga, ou bruxa... Eles vão tentar matá-la para que eu se esqueça de você. E por isso estou te escondendo. É por isso que não posso te deixar viver em paz...Eles sabem de você.. Você está condenada... Por minha causa. – Edward tombou a cabeça.
Anna abriu a boca mas sem conseguir pronunciar uma palavra. Apenas uma questão estava em sua cabeça agora.
Ela poderia morrer. Por causa de um romance entre eles.
domingo, 2 de janeiro de 2011
Desejo
Daniel e Edward conversaram durante bastante tempo em silencio, provavelmente por telepatia, e Anna apenas ficou andando pela casa em busca de algo para fazer.
-Quer algo para ler? – perguntou Edward aparecendo atrás dela.
Anna olhou para ele surpresa com a aparição dele. Mas acreditava que logo se acostumaria com isso
-Me desculpe te assustar Anna. – disse ele dando um sorriso torto.
Ela sacudiu levemente sua cabeça olhando para ele. Edward fechou seus olhos, e murmurou alguns feitiços em voz baixo, logo ele apontou para a mesa atrás da Anna, alguns livros empilhados em ordem.
-Obrigada.. .- sussurrou Anna indo olhar os livros. Encontrou alguns de seus autores favoritos entre os livros, quando se virou encontrou a sala vazia.
-Obrigada..
Um mês havia se passado desde que Anna estava vivendo com Edward. Edward praticamente desaparecia quando Anna o olhava, e ela ficava confusa com o porquê dele sumir. Mas quando ele deixava ela se aproximar, ela sentia seu coração palpitar forte, sentindo como se o mundo dela dependesse dele agora.
-Edward! – chamou ela, quando ele estava indo da sala para fora da casa.
ele parou por um momento e se virou para encará-la.
ele parou por um momento e se virou para encará-la.
-Sim?
-Porque sempre que estou perto de você simplesmente desaparece? Não quer olhar para mim? Eu não entendo você... Diz que corro perigo, que devo confiar em você, mas como... – ela desatou a falar sem parar, como se estivesse tudo preso em sua garganta, mas quando ia terminar a frase dizendo o que ele tinha de errado, sentiu os lábios quentes e macios de Edward contra os delas. Ela olhou chocada. O Beijo foi rude e grosseiro, quando ele se separou Anna olhou para os olhos verdes e profundos de Edward, até que ele sorriu e encostou novamente seus lábios nos dela, mas dessa vez deforma lenta e mais delicada, ele passou um dos braços em torno da cintura dela puxando-a contra o seu corpo. Anna se deixou levar por Edward, ela entendia o que sentia por ele agora. Ela o amava, mas que sua própria vida, mas do que ela jamais imaginara que podia amar alguém. Ela seria dele de todas as formas possíveis. E deixou esses pensamentos fluírem pela sua mente.
Edward a puxou mais para seu corpo,erguendo seu corpo e sustentando-o sussurrou baixinho entre os beijos.
-Tem certeza? De todas as formas? Está pronta para tudo?
Ela assentiu e sussurrou de volta, apertando seus braços em torno do seu pescoço.
-De todas as formas...
Ela assentiu e sussurrou de volta, apertando seus braços em torno do seu pescoço.
-De todas as formas...
Ele sorriu, e seu coração pareceu bater mais forte. Ela o amava assim como ele a amava. E ela o desejava tanto quando ele a desejava e vinha contendo essa vontade há muito tempo. Edward a levou em direção ao quarto e fechou aporta empurrando com o pé, deitando-a na cama e ficando por cima dela, ele parou novamente o beijo e olhou intensamente o para os olhos de Anna, que assentiu e fechou os olhos tombando a cabeça para trás.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Percepções
Anna aguardou ele sair, e se virou para olhar a casa. Era pequena e muito simples, mas parecia ter uma hospitalidade enorme. Ela caminhou até perto de um sofá perto da janela colocou os pés sobre e abraçou os joelhos.
Não era justo Edward ouvir todos os seus pensamentos, era invasão de propriedade, mas assim que pensou, ela sentiu como se estivesse sozinha. Isso a alivio, mas por outro lado a assustou.
Ela fechou os olhos e repassou tudo o que o garoto lindo havia lhe falado. Mago, perigo, proteção. Ela conseguia aceitar bem por incrível que parecesse. Ela sempre lera romances de fantasia, mas não era possível que isso existisse na vida real. NÃO era racional.
Um estralo as suas costas a fez se sobressaltar. Ela se virou achando que era Edward, mas viu outra pessoa, um homem alto, vestindo um sobretudo preto seus olhos eram azuis, que era bem destacados pelos cabelos negros e suas roupas igualmente negras.
- Quem... – começou Anna mas o homem se aproximou rapidamente dela tampando sua boca com sorriso malicioso.
Anna sentiu o perigo naquele sorriso e sem perceber um nome viera a tona a seus pensamentos.
“ EDWARD!”
O homem a soltara berrando de dor, Anna abriu os olhos e viu Edward, torcendo os dois braços do homem para trás fazendo força, impedindo-o que fizesse qualquer movimento, seus olhos verdes faiscavam de raiva.
- Essa garota é humana Edward... O que pretende fazer com ela? – perguntou o homem com dificuldade olhando fixamente para Anna.
Ela prendeu a respiração e recuou até a parede ficando ali sem olhar para o homem.
- Não é da sua conta Josh. – falou Edward com sua voz grossa e poderosa.
Anna levantou seus olhos e viu Edward quebrando o pescoço do homem e em seguida o homem chamado Josh sumira da sua frente o que a fez recuar e berrar. Edward estava ajoelhado no chão, um pouco ofegante.
Anna avançou meio tonta e confusa. Desde que acordara seu dia não estava nem perto de ficar normal.
Edward levantou seu rosto a ela e voltou abaixar o rosto para o chão.
Anna deu alguns passos até ficar de frente e se ajoelhou notando um corte profundo no braço dele.
-oh meu Deus! Você está machucado! – disse ela pegando seu braço. – Preciso de uma caixa de primeiro socorros. –ela se levantou para procurar foi até um armário de madeira no canto oposto da sala encontrando ali o que procurava quando voltou Edward continuava na mesma posição sem falar nada.
-Levante-se eu preciso lavar isso.-Anna o puxou mas ele não se mexeu.
O corte estaria doendo tanto que ele não tinha forças para ficar de pé?
-Anna... Você não está com medo de mim?- perguntou ele olhando-a serio.
-Medo? – perguntou ela num sussurro.
-Eu matei uma pessoa na sua frente.
Ela então abriu a boca, lembrou-se da cena, mas por mais aterrorizante que tivesse sido, ela não conseguia temê-lo.
-Você estava me protegendo. –sussurrou ela.
Ele sorriu, mas não um sorriso verdadeiro, era como um sorriso forçado e diplomático.
-Fico aliviado.
Ela o fitou demoradamente em seus olhos verdes. Sentindo seu coração ficar mais rápido prendeu a respiração e voltou sua atenção para o machucado.
Dessa vez quando ela o puxou ele a obedeceu e deixou que ela cuidasse dele, ao final quando estava enrolando o machucado coma faixa de gaze, ele colocou sua mão sobre a dela,fazendo-a olhar para ele.
Ele aproximou seu rosto perto do dela encostando sua outra mão livre no rosto da mesma.
-Edward? –sussurrou ela baixinho.
-Shhh...
Ela fechou seus olhos lentamente e sentiu o hálito de mente perto dos seus próprios lábios. Mas a demora foi estranha, Edward estava de pé olhando para a porta de cara feia.
Pela antiga experiência de Anna, ela logo se pós de pé atrás de Edward.
-Daniel, isso são modos de aparecer aqui? – perguntou Edward nervoso.
-Ora Edward, quem mandou estar com a guarda baixa? Sem sua guarda baixa, sua magia também baixa. –disse ele se aproximando e olhando para Anna.
-Muito prazer em conhecê-la, sou Daniel, amigo de Edward. – disse a rapaz estendendo a mão a Anna.
Edward revirou os olhos e se afastou para a cozinha buscar algo para comer.
-Muito prazer. –sussurrou ela segurando a mão de Daniel.
“Quem mandou estar com a guarda baixa? Sem sua guarda baixa, sua magia também baixa.”
Edward baixara sua guarda? Porque ele estava prestes a beijá-la? Era por isso? Ela olhou para ele que voltava da cozinha, e notou seu olhar sem jeito, já que ele podia ouvir seus pensamentos.
Ela sorriu.
Proteção
Proteção
(Ponto de vista de Edward)
Edward jamais havia visto uma garota tão encantadora como ela. Ele já a observava há muitos anos. E a cada vez se encantava mais e mais com a mesma. Ela crescera e se tornara uma mulher extraordinária. Ela tinha uma estatura média de um metro e setenta, seus cabelos eram longos e castanhos claros levemente ondulados, sua pele muito clara e muito delicada.
Ele sabia que seu amor por ela era proibido. Magos e humanos não podiam se interagir. Era uma das leis proibidas. E a vida dela corria perigo por causa do amor que ele sentia por ela.
- Edward, você está arriscando a vida dessa humana por um amor que não existe! Não pode existir? – ralhou seu melhor amigo, Daniel.
-Daniel, eu a amo.... –começou ele.
-Mas ela nem sabe da sua existência Edward! Será que você colocaria tudo a perder por causa de uma paixão?
Edward olhou serio.
-Sim.
Daniel nunca vira tanta convicção nos olhos de seu amigo, ele queria protestar, mas suspirou fundo e balançou a cabeça negativamente.
-Vá! Antes que o Conselho chegue até ela. –disse Daniel se sentando numa poltrona de veludo vermelho, apoiando sua mão em sua cabeça e indicando com a outra para que Edward saísse logo de lá.
Edward sorri ao seu amigo.
-Espero vê-lo logo. – sumindo ao se teletransportar.
Daniel levantou o rosto para onde seu amigo antes estava depois se levantou e caminhou para perto da janela do seu quarto.
- Cuide-se meu amigo. E espero que consiga salvá-la.
Edward apareceu na frente da casa de Anna exatamente quando ela a abriu, seus olhos encontraram os dela. Ela parecia assustada e confusa ao mesmo tempo. Mas ele não podia ser cordial como deveria ser, como seus costumes mandavam.
Anna levou sua mão para a maçaneta para fechá-la e evitar Edward que a encarava com os olhos verdes e profundos. Mas ele foi mais rápido e a deteve sem muitos esforços.
-Estou aqui para salvar sua vida Anna, se quiser viver. Terá que me escutar. – falou ele em um tom urgente e serio.
Ele pode ler seus pensamentos, o que ela achava da sua beleza, isso o teria feito se não tivesse que salvar sua vida naquele momento. E esperou que ela dissesse sua mentira.
-Certo, eu preciso ir para o a escola, meus pais não vão gostar de vê-lo aqui, eu nem te conheço! – berrou ela com o tom ligeiramente e tentou contorná-lo.
Edward sentia a presença do Conselho perto, ele não podia esconder a presença de Anna durante muito tempo. Ele bloqueou o caminho dela.
-Mentirosa. Acha mesmo que pode me enganar Anna?
-Quem é você?! – berrou ela agora nervosa e preocupada. -Como sabe da minha vida, como sabe meu nome, onde moro?
Ele abriu a boca para responder,mas ouviu um estralo perto dali, ele a puxou para seus braços tampando sua boca impedindo que ela fizesse mais barulho.
“Eles sabem que ela mora aqui...” pensou ele para si próprio.
Ele sentiu Anna se mexendo em seus braços, mas ele era muito mais forte que ela. Quando o barulho se tornou mais alto, ela se aquietou.
-Fique quieta, e não se mexa.
Assim dizendo, Edward fechou seus olhos e murmurou algumas palavras desaparecendo dali e os levando para sua casa isolada de qualquer olhar curioso.
Quando chegaram, ele a soltou observando que ela devia se sentir exatamente como da primeira vez que ele fora teletransportado por alguém.
-Me desculpe, essa sensação diminui conforme você se acostuma com o teletransporte.
- Quem é você? – perguntou ela quando finalmente encontrou sua voz.
- Depende Anna. Posso ser muitas coisas. Posso ser seu amigo, seu pai, posso ser a pessoa que você mais ama, posso ser seu anjo da guarda, ou até mesmo seu maior pesadelo. - respondeu ele olhando-a em seus olhos.
Vendo que a mesma continuava confusa ele retornou a falar.
-Meu nome é Edward Klaus. Nasci a mais tempo que você pode imaginar. Posso transportá-la para onde desejar, desde que eu saiba onde fica. Posso te proteger de todos os perigos. Mas Anna, para que eu faça qualquer uma dessas coisas, preciso que confie em mim.
Edward a encarava querendo que ela acreditasse em tudo que ele dizia, ele precisava mantê-la segura.
Ele notou a duvida em seus pensamentos, mas talvez não fosse tudo que ela pensasse, mas eles estavam ligados de uma forma, sendo assim ele podia ler seus pensamentos.
“Eu sou um mago, posso ler seus pensamentos que tenham relação comigo, e você confiou em mim quando a abracei. Por isso pude trazê-la sã e salva até aqui.”
Ele segurou um riso quando a viu pular de susto com a intromissão dele em seus pensamentos.
- Certo. Dê-me algum tempo para pensar... Edward. – falou ela se afastando do mesmo e indo sentar-se em uma poltrona perto da janela.
-Fique à vontade Anna. – sussurrou ele indo para fora da pequena casa.
Ele lhe lançou um olhar preocupado, mas saiu do lugar, ela não sairia sem que ele soubesse.
Ele levantou seus olhos para o céu e murmurou algumas palavras fazendo certos desenhos no chão de terra.
-Eles não a encontraram aqui. - disse ele ao terminar o desenho e o apagando logo em seguida.
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